Viagem a Bilbao – Dia 3 – Funicular Artxanda

Começamos o dia indo à Praça de Touros de Bilbao, que ficava localizada próximo do nosso hotel.
Seguimos da praça até a primeira estação da tranvia de Bilbao (estação La Casilla) e daí até a estação Uribitarte (junto à ponte Zubi Zuri).
E assim, andamos por toda a linha da tranvia de Bilbao.

Passamos pela ponte Zubi Zuri (ponte branca) de Santiago Calatrava e seguimos para o Funicular Artxanda.

A base da ponte Zubi Zuri é feita de placas de cristal. Mas como é “escorregadio”, principalmente no inverno e em Bilbao, foi colocada uma cobertura de borracha/plástico (como é visível na foto abaixo).

Ponte Zubi Zuri

Da Ponte Zubi Zuri até ao Funicular Artxanda é bastante rápido e fácil.

Quando chegamos no Funicular Artxanda, tinha acabado de chegar um pelo que fomos logo apanha-lo, no entanto demorou ainda cerca de 10-15 min até sair.

Utilizamos mais uma vez a tarifa barik.

Verificamos que muita gente que vive em Bilbao utiliza o funicular nos fins de semana, para aproveitar o espaço de lazer e desportivo existente no topo. Várias pessoas transportavam bicicletas e skates no próprio funicular.

Um espaço no Topo

A viagem dura cerca de 5 min.

No topo

No topo do monte Artxanda temos uma óptima vista de Bilbao.

A vista

Como tinhamos pouco tempo, voltamos no mesmo funicular que tinhamos chegado.
Como indicado anteriormente, o funicular fica parado cerca de 10-15min.

Quando descemos, verificamos que na ria havia um treino/competição de remo.

Remo

Voltamos a passar na ponte Zubi Zuri e desta vez seguimos a pé pela cidade até ao hotel.

Ponte Zubi Zuri – outra perspectiva

Chegando ao hotel, recolhemos as malas e seguimos para a Plaza Moyua, onde apanhamos o autocarro que nos levou ao aeroporto.

Desta vez utilizamos a tarifa barik para embarcar.
Chegamos no momento certo, pois o autocarro já lá estava, senão teríamos de esperar 30min pelo próximo.

Aeroporto de Bilbao

Chegamos ao Aeroporto de Bilbao, também conhecido como La Paloma (A pomba) do arquitecto Santiago Calatrava.

E assim terminamos mais uma viagem.

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